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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Frieiras


Frieiras

As frieiras são “companheiras" de inverno de muitas pessoas e caracterizam-se por zonas de pele inflamada, dedos das mãos e dos pés, nariz e orelhas, que podem adquirir uma coloração entre o vermelho e o roxo. Esta situaçao ocorre pela exposição ao frio, que provoca vasoconstrição, dificultando a circulação sanguínea nas extremidades do corpo. Quando, depois, há um aumento de temperatura rápido, o organismo não consegue reagir com a mesma rapidez e ocorre a inflamação.
Os sintomas podem ir desde sensação de queimadura a comichão, ardor, dor, inchaço e nas situações mais graves formam-se feridas.
Na maior parte dos casos as frieiras aparecem durante alguns dias e depois passam, mas há casos de frieiras crónicas cuja duração pode ser de meses, desde o outono até à primavera.
É uma condição mais frequente em mulheres jovens, crianças e idosos, algumas doenças podem precipitá-las como problemas cirulatórios, diabetes ou anemia e a gravidez ou os antecedentes familiares também são factores condicionantes.
Estratégias preventivas incluem evitar exposição ao frio, mas também evitar a proximidade de fontes de calor, a prática regular de exerício (em particular das extremidades), evitar lavar mãos e pés com água muito quente e não fumar.
Quando as frieiras aparecem devem, tão cedo quanto possível, aplicar-se cremes muito hidratantes, calmantes e contra a comichão. Se há feridas devem desinfectar-se. Nos casos mais graves o uso de medicamentos que beneficiem a circulação sanguínea são de considerar.


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in "O Paionense", Janeiro 2012.
Ana Luísa Pedro

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Parabéns Museu da Ciência!





O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, comemora hoje 5 anos. Pouco tempo para uma instituição cujo objectivo principal é mostrar/divulgar a ciência, com particular ênfase para a experimentação por parte dos visitantes, onde são múltiplas as conferências, ateliers, actividades dirigidas para escolas, exposições permanentes e temporárias.

Por isso digo que 5 anos são pouco tempo. Um Museu destes, aliado à Universidade de Coimbra, já deveria estar a comemorar 100 anos! O que se pode aprender aqui é precioso. Poder tocar, experimentar e conhecer mais, poder relacionar o conhecimento actual com o do passado, ou perceber quão longe chegaram os cientistas dos séculos passados é inspirador para qualquer um, e não apenas aqueles ligados à temática.
Como visitante fui apenas uma vez ao museu, ver uma exposição sobre Darwin, com uma visita guiada feita pela cientista que aparece neste poster comemorativo (Susana Takato, uma grande amiga!). Ah, o que já existia na nossa Universidade na época de Darwin! Os trabalhos que já se conduziam, em especial na área da botânica. Mais uma vez: inspirador!

Hoje é dia de festa para o Museu e para todos nós. Não vos esqueceis de o visitar (não tem que ser hoje, claro) e levar a família toda!